24 maio, 2016


1. Lamento profundamente as declarações do Prefeito Edson Vieira, ao citar que eu não teria participado de absolutamente nada e não teria colaborado em nada, com o que foi debatido no encontro, ontem na sede da Secretaria da Fazenda;

2. Primeiramente, prefeito, enquanto o Senhor estava na praia passeando, meu pai estava no sol quente junto aos guias turísticos e AO LADO DO POVO, em uma manifestação que viabilizou o agendamento desta reunião na Secretaria da Fazenda, e eu estava estudando com colegas tributários as medidas judiciais, caso não houvesse nenhum tipo de acordo com respeito ÀS MULTAS EXORBITANTES IMPOSTAS PELO GOVERNO, que somavam quase R$1 milhão de reais e que foram APENAS REDUZIDAS, ao limite legal;


3. Em reunião na residência do meu pai, junto com os guias turísticos e com a Associação, construímos a pauta que foi discutida na reunião do Moda Center, que inclusive tentaram nos barrar e posteriormente na Secretaria da Fazenda;

4. Na segunda parte da reunião, assisti uma verdadeira RESISTÊNCIA por parte dos auditores em dar andamento às negociações e que se não fosse a pressão por parte das entidades presentes, as manifestações populares e a repercussão nas redes sociais, a negociação não teria êxito;

5. Por meio do PTN, emitimos ofícios para a Assembléia Legislativa do Estado e para a Câmara dos Vereadores, requerendo a realização de Audiências Públicas para discutir estas questões, para que o nosso povo não venha sofrer os transtornos causados pelas constantes operações da SEFAZ, que pouco se importa com as questões sociais e pensam APENAS EM TRIBUTAR, porque as operações foram destinadas ao Polo, pois carretas que saíram do Moda Center foram seguidas e apreendidas;

6. Finalizando: PREFEITO, AS QUESTÕES ECONÔMICAS E OS INTERESSES DA CIDADE ESTÃO ACIMA DE QUALQUER POLITICAGEM que o senhor queira provocar. 
Percebi também que sua preocupação era apenas com a repercussão negativa do seu Governo, que já está de mal a pior, do que o interesse em resolver esses problemas.

Estamos carentes de lideranças com mandato que “batam na mesa” e exijam o RESPEITO QUE NOSSA REGIÃO MERECE.

Tallys Augusto de Lima Maia